
O presidente dos EUA, Barack Obama, indicou a transexual Amanda Simpson para conselheira sênior do Departamento de Comércio. Amanda, que era piloto de testes e chamava-se Mitch, começou a trabalhar na terça-feira. Ela é a primeira transexual a ocupar um cargo de confiança no governo federal. Filho mais velho de um casal de judeus de Chicago, Mitch se tornou Amanda em 2002, quando gastou US$ 70 mil em seis cirurgias para se tornar mulher.

Tudo na vida política do desconhecido Barack Obama é mágico. Eleito como 44º Presidente dos EUA e único negro a presidir uma das maiores potências mundiais. Tecnicamente deveria estar inelegível para exercer sua função presidencial, devido a falta de comprovação de cidadania americana, mas o sistema operacional de Bilderberg o fez ser que ele é! Um histórico político incapaz e injustificável para tal nível popular mundial ascendente. O que ele não pode?
O marketing eleitoral de Obama foi representado por diversos repúdios popular à administração Bush e às suas políticas internas e externas. O principal slogan de Obama - "Nós podemos" - fez coro com uma população envaidecida pelas prerrogativas de mudanças e inovações. Um tremendo iluminista contemporâneo tomado por razões e discursos solidário aos pobres e oprimidos.
Um ano de governo e Obama passou a representar a patente do homem do ano. Um envergadura cheia de idealismos aleatórios e fantasiosos, o qual foram transformados rapidamente em políticas corretas e interessantes e atrativas aos diversos Estados Federativos “subordinados“. Todos acreditando que ele seria diferente de todos outros e sua política mais justa e correta. O que temos? Mais um discurseiro e anticristão promovido pelas forças ocultas do iluminismo nos EUA. Um exercício presidencial baseado no oportunismo e na influência de demônios de seus antecessores - capitalizando a máquina da chamada: Nova Ordem Mundial.
A direção da administração da política militar foi sinalizada logo no início. Em 23 de janeiro, três dias depois de sua posse, Obama ordenou ataques com mísseis, disparados por aeronaves não tripuladas, a um local no interior do Paquistão, matando 18 pessoas. Com esse sangue inicial em suas mãos, Obama avançou rapidamente.
A Guerra do Afeganistão, agora, é definitivamente "a Guerra de Obama". Sob seu comando, os EUA colocaram em funcionamento o dobro de suas forças, de 32.000 para 68.000 homens, e atualmente está realizando a maior operação para aniquilar a oposição popular no sul. Pelo menos 30 soldados americanos e 25 tropas da OTAN morreram até agora somente neste mês, fazendo de julho o mês com maior número de mortes para as forças de ocupação.
Os ataques de mísseis americanos contra o Paquistão, geralmente matando dúzias de civis paquistaneses, tornaram-se recorrentes. O governo pressionou o Paquistão a realizar sua própria ofensiva em seu território ao noroeste, resultando em centenas de milhares de refugiados.
A ocupação do Iraque continua. A desvantagem das forças americanas nas cidades não significa um final para o envolvimento militar americano no país. Mais de 130.000 tropas continuam em bases militares permanentes fora das cidades e o governo iniciou o processo de reclassificação das tropas como "conselheiros". Na hipótese de que a frágil situação política saia de controle, as forças armadas americanas intervirão com força total e no final ainda ganha o prêmio Nobel da Paz pela ONU. Com o seguinte discurso: “muitas vezes para estabelecermos a Paz, precisamos da guerra....”
Como devemos avaliar este milagre político de Obama e todos outros presidentes eleitos a presidir como os melhores homens do mundo e do poder? Cujo discursos sejam creditados na esperança de um Salvador popular?A máquina da Nova Ordem Mundial(G7+10Blocos+ONU) elege quem quer e derruba do poder os que com ela não unifica. Uma estrutura política operacional e administrativa organizada (Apocalipse 13), infiltrada nos diversos segmentos da área educacional, política, religiosa, econômica, social - com o mesmo intento: oficializar um Estado Mundial e eleger o homem que governará o Mundo com aprovação popular. No Brasil elegeram o Lula e nos EUA um afro-americano.
Seria equívoco dizermos que os influenciadores deste sistema operacional Mundial(CFR) querem experimentá-lo popularmente para tal eleição futura ou encontrar alguém, dos indicados, que seja bom para esta função. Não sabemos qual será o desfecho final desta apresentação medíocre e desesperadora da Maçonaria Mundial, mas tais tentativas de promovê-lo pessoalmente como Messias, começam a ultrapassar os limites apocalípticos da tolerância.

Membros dos três poderes do Governo Federal norte-americano já sabem que Barack Hussein Obama é inelegível para o cargo de presidente dos EUA por não ser um “cidadão nato” dos Estados Unidos da América.
O Supremo Tribunal norte-americano sabe o que a condição constitucional de “cidadão nato” significa. Mesmo um dos esquerdistas mais radicais, Justice Ginsberg, disse publicamente que um “cidadão nato” é o filho de dois cidadãos norte-americanos, o que o pai de Obama nunca foi.
A busca por uma certidão de nascimento autêntica está em curso e Obama já gastou mais de US$ 2 milhões em honorários nessa briga. E, apesar da desconfiança pairar sobre o atual presidente dos Estados Unidos, sua mulher, Michelle Obama, com quem vive há 20 anos, afirma que o Quênia é o “home country” de Obama.
A democrata e presidente da Câmara, Nancy Pelosi, sabe que Barack Obama não é elegível para o cargo de presidente, porque ela se recusou a certificar Obama como o candidato do partido para presidente em 2008.
O embaixador do Quênia confirma o que os amigos e a família de Obama sabem. E fica bastante orgulhoso do fato de que os norte-americanos não hesitaram em eleger um “homem negro do Quênia” como o presidente dos Estados Unidos.
O site do advogado democrata Philip Berg já teve milhões de visitas, mas o processo que ele move contra Barack Obama continua rigorosamente ausente da mídia.
A alegação do advogado é a de que Obama não provou ser legalmente cidadão americano e que, para piorar, o candidato democrata divulgou pela internet uma certidão de nascimento falsa.