
Benjamin Fulford, ex-jornalista chefe da Asian Bureau da Forbes Magazine diz que 90% de dólares existente no mundo são detidos por não-americanos e que, portanto, serão renomeados para outras moedas e principalmente para dólares de Hong Kong apoiado pelo Renminbi. A nova moeda americana será atrelado ao padrão-ouro e irá substituir os dólares americanos, canadenses e peso mexicano para formar uma moeda norte-americana.
O Pentágono, a Polícia Montada do Canadá e os Federales do México esperam lidar com distúrbios civis nos EUA. A nova moeda americana terá o poder de compra 30 a 50% inferior ao dólar e compreensivelmente muitos americanos ficarão revoltados quando esta novidade for anunciada. (benjaminfulford.net)
Opinião do blogista: O Tio Sam renegou e incumpriu a sua dívida externa, e ninguém disse uma palavra. Isto significa que o Tio Sam defrauda o mundo inteiro com o dólar que ele mesmo fabrica baseado na confiança pedido e recebido dos estrangeiros, e é também um caloteiro (deadbeat) pois não honra nem devolve o dinheiro que recebeu dos estrangeiros.
O investimento brasileiro em títulos americanos alcançou US$ 150 bilhões, esse valor coloca o Brasil como o quinto maior credor dos EUA.
A China detém 800 bilhões de dólares, seguido por Japão que está em segundo lugar com US$ 770 bilhões, não inclui investimentos em ações privados.
A terceira posição é ocupada por países exportadores de petróleo OPEP, que juntos detêm US$ 186 bilhões e o quarto lugar está nas mãos do Caribe, com US$ 176 bilhões.
O Reino Unido caiu para o sexto lugar, com US$ 124 bilhões de títulos do Tesouro dos EUA.
O poder do Tio Sam em repudiar a divída repousa sobre dois pilares: o dólar e o Pentágono. Um apoia o outro. Desde então, o Iraque, para não mencionar o Afeganistão e Paquistão tem mostrado que a confiança no Pentágono não é inabalável.
E, como o assessor-chefe do Obama, sr. Lawrence H. Summers, costumava perguntar antes de entrar no governo, “como pode o maior devedor do mundo permanecer o maior poder do mundo?”.
Quando os outros países entravam em crise, os EUA mandavam (através do FMI, Banco Mundial) os mesmos aumentar os juros, reduzir os gastos públicos, arrochar os salários dos trabalhadores, privatizar tudo e mais um pouco de submissão e humilhação.
E agora, ao enfrentar a pior crise dos últimos 80 anos, o que fazem os EUA? Exatamente o contrário do que mandaram os outros países fazer: Aumentam os gastos públicos, inventam novas guerras, estatizam empresas e praticam concorrência desleal, reduzem os juros e por aí vai. Hipocrisia pouca é bobagem pensam os políticos americanos.

"O presente momento é uma janela cheia de oportunidades mas não está aberta por muito tempo, uma verdadeira ordem mundial, pacífica e solidária pode ser construída - Estamos à beira de uma transformação global. Tudo o que precisamos é uma grande crise e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial."
David Rockefeller