
implante de microchip no sistema de saúde?
Os Estados Unidos vão criar um Dispositivo de Registro Médico Nacional para cadastrar todas as pessoas elegíveis ao Novo sistema de saúde. A implementação do dispositivo será...obrigatório em 36 meses
"Enterrado na mais profunda das seções dentro das 1.018 páginas do maciço documento sobre o reforma do Sistema de Saúde Americano em uma seção "não-discutida" pelo Senado americano intitulada: Subtitle C-11 seg. 2521 - National Medical Device Registry, declara a sua finalidade como:
O que exatamente é um dispositivo implantável de classe II?
Foi Aprovado pela FDA, um dispositivo implantável classe II no qual é um dispositivo de radiofrequência ou chamado RFID. Este é um sistema de transponder para identificação do paciente e informações sobre o histórico de saúde do indivíduo. A finalidade de um dispositivo de classe II é a coleta de dados médicos em pacientes, tais como:
Este tipo de dispositivo seria implantado na maioria das pessoas que optarem por tornar-se elegíveis ao plano de saúde público americano. Com a reforma das empresas de seguros privados no qual incorporaram assistência médica, estas cobram taxas ultrajantes e oferecem poucos serviços e opções. Por este motivo, muitas pessoas irão mudar a cobertura de um plano de saúde privado por algo mais acessíveis. Isso significa que o número de pessoas que escolherão o sistema único de saúde pública vai aumentar, consegüentemente o número de pessoas forçadas a implantar o microchip serão aos milhares também.
Os adultos ainda tem uma opção, se mudar ou não de plano, pois ao contrário de todas as crianças que nascerem nos Estados Unidos, que no momento do nascimento não estiverem cobertos por um plano de saúde aceitável, serão qualificados e introduzidas ao Programa CHIP ou inscritas no Plano de Assistência Médica para Crianças.
Crianças concebidas por pais que já estão cobertos pela opção do sistema único de saúde pública, mais que provavelmente serão implantadas com um chip com o consentimento de seus pais. Eventualmente todos os americanos deverão optar pelo microchip, pois poucos poderão permitir-se de pagar um Plano de Saúde Privado, tendo de recorrer a única opção que lhes resta, o plano único de de saúde.
Em outras palavras, de acordo com este relatório, esta nova lei aprovada, oferece a estrutura para tornar os Estados Unidos a primeira nação no mundo a exigir que todos e cada um de seus cidadãos tenham implantado neles um microchip de identificação à rádio freqüência (RFID), com a finalidade de controlar quem é ou não permitido cuidados médicos em seu país.
Consultando a página 1006, linha 20, o documento indica que o dispositivo deve ser implementado no prazo de até 36 meses depois que a reforma do sistema de saúde foi aprovada e virou lei (23 de Março 2010) através da assinatura do Presidente dos EUA, Barack Obama.
Já na página 503, linha 17, refere-se a um dispositivo de vigilância Médica. Por que o governo americano usaria a palavra vigilância ao se referir aos cidadãos? A definição de vigilância é o monitoramento do comportamento e atividades ou outras informações que se alteram, geralmente nas pessoas e muitas vezes de forma secreta.
Em teoria, a intenção de simplificar o sistema de saúde e eliminar a fraude através do uso de microchips parece algo bom em primeira instância, mas uma superpotência mundial obrigar aos cidadãos o uso do dispositivo a ser implantado é assustador!
Não acredita? Pesquise você mesmo. Healthcare Bill HR 3200:
Página 503, linha 17 e página 1006, linha 20
http://waysandmeans.house.gov/media/pdf/111/AAHCA09001xml.pdf
Leia a seção 1. Background
Caros, sabemos que todas esta coisas estão próximas de acontecer e será um tempo aonde nações estarão em stress por motivos financeiros e políticos. Então vamos nos lembrar do que diz Apocalipse 13:16-18:
RFID é a sigla para Radio Frequency Identification, ou Identificação por Radiofreqüência.
Trata-se de uma tecnologia em ascensão que foi desenvolvida pelo Massachussetts Institute of Technology (MIT), nos EUA, e que utiliza ondas eletromagnéticas para acessar dados armazenados em um microchip.
A solução é descendente da tecnologia dos transponders que foram utilizados pelos ingleses na 2ª Guerra Mundial. O transponder ainda é usado e funciona recebendo e transmitindo sinais quando uma ?pergunta?, em forma de pulso eletrônico, é feita. Quando foi utilizado na 2ª Guerra, ele identificava os aviões da Royal Air Force (RAF ? Força Aérea Real). Assim, quando uma aeronave surgia no radar e não ?respondia? com seu transponder, ela era identificada como inimiga e abatida.
O RFID pode ser visto como um transponder muito mais barato e simples e que por isso pode ser usado para identificar praticamente qualquer coisa. Como um CPF ou RG, a parte de identificação do RFID é composta por um conjunto de números. Cada chip tem um código eletrônico de produto que é único (também conhecido como EPC ? Electronic Product Code) e que pode ser consultado por meio de antenas de radiofreqüência. Ou seja, quando a etiqueta é colada em uma lata de refrigerante, uma televisão, um cachorro ou uma pessoa, a etiqueta, ou tag, transmite a informação para antenas com freqüência compatível e essas antenas ativam o chip, eletronicamente, identificando o produto.
Seria mesmo o RFID o precursor do "sinal da besta"?