
a grande queda... da República!
Quando o maior país do mundo está prestes a cair, vale muito a pena estarmos de olhos abertos, acompanhando a situação, já que tal evento certamente afetará outros países – inclusive o Brasil.
Como já dizia Benjamin Franklin: “Quando as pessoas descobrirem que elas podem votar no dinheiro, isso irá decorrer no fim da república.”
O documentário Fall Of The Republic (A Queda da República, ainda sem tradução no Brasil), lançado oficialmente hoje, oferece uma sensação de despertar muito maior do que qualquer outro filme de Alex Jones.
O filme não pode ser classificado simplesmente como documentário. Ele é ao mesmo tempo um comentário e uma exposição sobre o mundo em que vivemos. No seu cerne, como em nossa sociedade moderna, o filme aborda o sistema econômico global e aqueles que buscam controlá-lo.
Por boa parte do século passado (e por todo o início do atual) esse sistema-que-tudo-abrange tem funcionado totalemente como um parasita para a população desse planeta. Esse sistema sem sido cuidadosamente alinhado para o benefício de uma pequena elite, enquanto degrada o padrão de vida para todos aqueles que entram em contato com ele.
E como agora está mais claro do que nunca quais são os objetivos dessa elite e do sistema, raiva e revolta públicas são iminentes. As pessoas querem saber exatamente a quem culpar pelo turbilhão que têm passado; o porquê das oligarquias famigeradas pelo poder continuarem a prosperar às custas do muldo livre, e o que pode ser feito para reverter essa onda de corrupção.
Enquanto Michael Moore apenas aponta um dedo na direção do “Capitalismo” sem mesmo identificar aqueles que realmente estão por trás de tudo, Alex Jones, ao contrário, irá agarrá-lo pelo pescoço e o levará ao quartel-general dos culpados.
A Queda da República expõe as entranhas de um corporativismo global cuja existência continuada depende inteiramente de suas habilidades em manipular e gerar um colapso financeiro como e quando eles desejarem.
Essa é a chave, já que sem o amplo conhecimento disso, os chefes desse sistema predatório continuarão a prosperar às custas de todos demais no planeta (leia-se nós).
A Queda da República expõe as razões pelas quais nós não vivemos em um mercado livre ou porque, durante gerações, não fomos beneficiados pelos empreendimentos livres, e o mais importante, o porquê disso estar tão intimamente relacionado à mudança em direção a uma centralização global de poder e influência.
A última “marca” do governo, na forma de Barack Obama, representa uma amplificação na marcha em direção à servidão global, continuando o mesmíssimo processo do governo anterior, que é falsamente rotulado como progresso e mudança.
O Presidente Obama violou descaradamente o Artigo 1 da Seção 9 da Constituição Americana quando assumiu a chefia do Conselho de Segurança da ONU, tornando-se assim o primeiro presidente americano a chefiar o organismo internacional.
Uma ditadura científica está em seus estágios finais de conclusão, e as leis que protegem os direitos humanos básicos estão sendo abolidas em todo o mundo; uma cortina de ferro, de tirania high tech, está descendo sobre o planeta nesse exato momento.
Um regime mundial controlado por uma elite corporativa não eleita está implementando um sistema global de taxação sobre o crédito de carbono que irá dominar toda a atividade humana e estabelecer um sistema de escravidão neo-feudal.
Observem que o sistema cuidadosamente “empacotou” Obama como o grande salvador mundial; Na verdade ele é o Cavalo de Tróia fabricado para pacificar as pessoas apenas o tempo suficiente para os globalistas completarem seu plano-final.
O filme revela a arquitetura da Nova Ordem Mundial e o que a elite mundial tem reservado para a humanidade. Mais importante que isso, A Queda da República comunica como nós – a população – podemos retomar o controle de nossos governos, reverter essa onda criminosa e levar os tiranos à justiça.

Tudo na vida política do desconhecido Barack Obama é mágico. Eleito como 44º Presidente dos EUA e único negro a presidir uma das maiores potências mundiais. Tecnicamente deveria estar inelegível para exercer sua função presidencial, devido a falta de comprovação de cidadania americana, mas o sistema operacional de Bilderberg o fez ser que ele é! Um histórico político incapaz e injustificável para tal nível popular mundial ascendente. O que ele não pode?
O marketing eleitoral de Obama foi representado por diversos repúdios popular à administração Bush e às suas políticas internas e externas. O principal slogan de Obama - "Nós podemos" - fez coro com uma população envaidecida pelas prerrogativas de mudanças e inovações. Um tremendo iluminista contemporâneo tomado por razões e discursos solidário aos pobres e oprimidos.
Um ano de governo e Obama passou a representar a patente do homem do ano. Um envergadura cheia de idealismos aleatórios e fantasiosos, o qual foram transformados rapidamente em políticas corretas e interessantes e atrativas aos diversos Estados Federativos “subordinados“. Todos acreditando que ele seria diferente de todos outros e sua política mais justa e correta. O que temos? Mais um discurseiro e anticristão promovido pelas forças ocultas do iluminismo nos EUA. Um exercício presidencial baseado no oportunismo e na influência de demônios de seus antecessores - capitalizando a máquina da chamada: Nova Ordem Mundial.
A direção da administração da política militar foi sinalizada logo no início. Em 23 de janeiro, três dias depois de sua posse, Obama ordenou ataques com mísseis, disparados por aeronaves não tripuladas, a um local no interior do Paquistão, matando 18 pessoas. Com esse sangue inicial em suas mãos, Obama avançou rapidamente.
A Guerra do Afeganistão, agora, é definitivamente "a Guerra de Obama". Sob seu comando, os EUA colocaram em funcionamento o dobro de suas forças, de 32.000 para 68.000 homens, e atualmente está realizando a maior operação para aniquilar a oposição popular no sul. Pelo menos 30 soldados americanos e 25 tropas da OTAN morreram até agora somente neste mês, fazendo de julho o mês com maior número de mortes para as forças de ocupação.
Os ataques de mísseis americanos contra o Paquistão, geralmente matando dúzias de civis paquistaneses, tornaram-se recorrentes. O governo pressionou o Paquistão a realizar sua própria ofensiva em seu território ao noroeste, resultando em centenas de milhares de refugiados.
A ocupação do Iraque continua. A desvantagem das forças americanas nas cidades não significa um final para o envolvimento militar americano no país. Mais de 130.000 tropas continuam em bases militares permanentes fora das cidades e o governo iniciou o processo de reclassificação das tropas como "conselheiros". Na hipótese de que a frágil situação política saia de controle, as forças armadas americanas intervirão com força total e no final ainda ganha o prêmio Nobel da Paz pela ONU. Com o seguinte discurso: “muitas vezes para estabelecermos a Paz, precisamos da guerra....”
Como devemos avaliar este milagre político de Obama e todos outros presidentes eleitos a presidir como os melhores homens do mundo e do poder? Cujo discursos sejam creditados na esperança de um Salvador popular?A máquina da Nova Ordem Mundial(G7+10Blocos+ONU) elege quem quer e derruba do poder os que com ela não unifica. Uma estrutura política operacional e administrativa organizada (Apocalipse 13), infiltrada nos diversos segmentos da área educacional, política, religiosa, econômica, social - com o mesmo intento: oficializar um Estado Mundial e eleger o homem que governará o Mundo com aprovação popular. No Brasil elegeram o Lula e nos EUA um afro-americano.
Seria equívoco dizermos que os influenciadores deste sistema operacional Mundial(CFR) querem experimentá-lo popularmente para tal eleição futura ou encontrar alguém, dos indicados, que seja bom para esta função. Não sabemos qual será o desfecho final desta apresentação medíocre e desesperadora da Maçonaria Mundial, mas tais tentativas de promovê-lo pessoalmente como Messias, começam a ultrapassar os limites apocalípticos da tolerância.

Membros dos três poderes do Governo Federal norte-americano já sabem que Barack Hussein Obama é inelegível para o cargo de presidente dos EUA por não ser um “cidadão nato” dos Estados Unidos da América.
O Supremo Tribunal norte-americano sabe o que a condição constitucional de “cidadão nato” significa. Mesmo um dos esquerdistas mais radicais, Justice Ginsberg, disse publicamente que um “cidadão nato” é o filho de dois cidadãos norte-americanos, o que o pai de Obama nunca foi.
A busca por uma certidão de nascimento autêntica está em curso e Obama já gastou mais de US$ 2 milhões em honorários nessa briga. E, apesar da desconfiança pairar sobre o atual presidente dos Estados Unidos, sua mulher, Michelle Obama, com quem vive há 20 anos, afirma que o Quênia é o “home country” de Obama.
A democrata e presidente da Câmara, Nancy Pelosi, sabe que Barack Obama não é elegível para o cargo de presidente, porque ela se recusou a certificar Obama como o candidato do partido para presidente em 2008.
O embaixador do Quênia confirma o que os amigos e a família de Obama sabem. E fica bastante orgulhoso do fato de que os norte-americanos não hesitaram em eleger um “homem negro do Quênia” como o presidente dos Estados Unidos.
O site do advogado democrata Philip Berg já teve milhões de visitas, mas o processo que ele move contra Barack Obama continua rigorosamente ausente da mídia.
A alegação do advogado é a de que Obama não provou ser legalmente cidadão americano e que, para piorar, o candidato democrata divulgou pela internet uma certidão de nascimento falsa.